10 de Agosto de 2022

Após levantamento mostrar aumento no número de registro de armas e diminuição de assassinatos, Capitão Alden questiona quem é de oposição ao tema

Comentando os dados do Fórum Brasileiro de Segurança Pública (FBSP), que apontou um aumento de 474% de registro de armas de fogo para a população durante o governo do presidente Jair Bolsonaro (PL), o deputado estadual Capitão Alden (PL), defensor da política armamentista, ressaltou a importância da pauta para a diminuição da criminalidade no Brasil. 

De acordo com o anuário da FBSP, até 1º de junho deste ano, 673.818 pessoas tinham certificado de registro de armas de fogo. Em 2018, havia 117,5 mil pessoas com essa habilitação. Ao todo, foram contabilizadas mais de 4,4 milhões de armas em estoques particulares.

Capitão Alden enfatizou que o aumento do número de registros de armas reflete na diminuição dos assassinatos no país, como mostrou o Anuário Brasileiro de Segurança Pública que divulgou uma redução de 6,2% no último ano. A Bahia, que é gerida pelo governador Rui Costa (PT), um ferrenho crítico do armamento, aparece na segunda posição entre os estados mais perigosos do Brasil no que tange mortes violentas intencionais, de acordo com o levantamento.

“Está mais do que provado que, diferente do que o governador Rui Costa e o seu secretário dizem, a política armamentista em nada tem a ver com o número de assassinatos. No Brasil, que tem um governo que defende a pauta, o número de homicídios reduzem, mas a Bahia, que é um crítica ao assunto, continua ocupando as primeiras posições neste quesito. Mesmo o comandante-geral, o secretário e o governador reafirmando que a violência está atrelada aos Caçadores, Atiradores e Colecionadores (CACs), os dados não demonstram isso”, disse Alden.


Foto: Divulgação

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