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STJ manda soltar MC Ryan, Poze do Rodo e dono da Choquei após prisão por suspeita de lavagem de R$ 1,6 bilhão

STJ manda soltar MC Ryan, Poze do Rodo e dono da Choquei após prisão por suspeita de lavagem de R$ 1,6 bilhão

Por Henrique Spínola

23/04/2026 às 12:57

Imagem de STJ manda soltar MC Ryan, Poze do Rodo e dono da Choquei após prisão por suspeita de lavagem de R$ 1,6 bilhão

Foto: Montagem/g1/Reprodução/Redes Sociais

O Superior Tribunal de Justiça (STJ) determinou nesta quinta-feira (23) a soltura dos cantores MC Ryan SP e MC Poze do Rodo, além do influenciador Raphael Sousa Oliveira, que haviam sido presos em operação da Polícia Federal.

A decisão foi tomada pelo ministro Messod Azulay Neto, que apontou irregularidades na decretação das prisões temporárias.

Decisão aponta “ilegalidade” na prisão

Segundo o magistrado, houve “flagrante ilegalidade” na decisão que manteve os investigados presos por um período superior ao solicitado pela Polícia Federal.

A PF havia pedido prisão temporária de cinco dias, mas a Justiça autorizou detenção por até 30 dias, o que foi considerado indevido.

Com isso, o habeas corpus concedido inicialmente a um dos investigados foi estendido a todos os demais que se encontram na mesma situação jurídica.

Operação investiga esquema bilionário

Os investigados foram presos no último dia 15 durante a Operação Narco Fluxo, que apura um esquema de lavagem de dinheiro que pode ter movimentado cerca de R$ 1,6 bilhão.

De acordo com a Polícia Federal, o grupo utilizaria diversos mecanismos para ocultar a origem dos recursos, como:

  • Empresas de fachada
  • Uso de “laranjas”
  • Criptomoedas
  • Remessas internacionais
  • Apostas ilegais e rifas clandestinas

Alvos incluem artistas e influenciadores

Além dos funkeiros, a operação também teve como alvo influenciadores digitais e outros envolvidos no esquema.

As investigações apontam que artistas e criadores de conteúdo teriam papel na movimentação financeira e na divulgação de atividades ligadas ao grupo.

Durante a operação, foram cumpridos mandados em diversos estados, com apreensão de bens, dinheiro e equipamentos eletrônicos.

Situação dos investigados

Com a decisão do STJ, os investigados devem responder ao processo em liberdade, enquanto as apurações continuam.

A soltura não representa absolvição, e o caso segue em investigação pelas autoridades.

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