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Deputado preso por suspeita de liderar milícia troca PRD pelo Avante e tentará reeleição na Alba

Deputado preso por suspeita de liderar milícia troca PRD pelo Avante e tentará reeleição na Alba

Por Redação

07/04/2026 às 10:30

Imagem de Deputado preso por suspeita de liderar milícia troca PRD pelo Avante e tentará reeleição na Alba

Foto: Reprodução / Instagram

Binho Galinha, alvo das operações El Patrón e Estado Anômico, foi suspenso pelo antigo partido após a prisão e agora tenta viabilizar candidatura por uma nova sigla

 

O deputado estadual Binho Galinha, preso desde outubro do ano passado, se filiou ao Avante para disputar a reeleição. Antes, o parlamentar era filiado ao PRD, legenda que decidiu suspendê-lo após a prisão. De acordo com informações conseguidas pelo Blog do Vila junto ao Tribunal Superior Eleitoral, ele está filiado ao partido comandado pelo ex-deputado federal Ronaldo Carletto desde 12 de janeiro deste ano (ficha de filiação no final da matéria).

Kleber Cristian Escolano de Almeida é acusado de comandar uma milícia com atuação principalmente em Feira de Santana. O parlamentar se entregou dois dias depois de ser alvo da Operação Estado Anômico e foi transferido para Salvador.

A defesa nega que ele tenha cometido crimes e afirma que o deputado colabora com as investigações.

Mesmo preso preventivamente, Binho Galinha não perde o mandato nem tem as ausências contabilizadas na Assembleia Legislativa da Bahia. Como ainda não houve condenação, as faltas às sessões não entram na contagem oficial da Casa.

De acordo com o juiz federal Dirley da Cunha Júnior, em caso de condenação com início de cumprimento da pena em regime fechado, a perda do mandato passa a ser automática, conforme entendimento do Supremo Tribunal Federal. Isso porque o parlamentar deixa de ter condições de participar das sessões legislativas.

Binho Galinha é apontado pelas investigações como chefe de uma organização criminosa com atuação sobretudo na região de Feira de Santana. Segundo as apurações das operações Operação El Patrón e Estado Anômico, o grupo é suspeito de envolvimento com lavagem de dinheiro, obstrução da Justiça, jogo do bicho, agiotagem, receptação qualificada, comércio ilegal de armas, usurpação de função pública, embaraço a investigações e tráfico de drogas.

Veja a ficha de filiação à qual o Blog do Vila teve acesso com exclusividade:

 

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