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VÍDEO: Câmera de segurança registra professora associando Flávio Bolsonaro ao fascismo durante aula
VÍDEO: Câmera de segurança registra professora associando Flávio Bolsonaro ao fascismo durante aula
Educadora menciona Hitler e Mussolini ao falar sobre uma possível vitória de Flávio Bolsonaro e faz declarações sobre perseguição racial diante de estudantes.
Por Redação
22/10/2026 às 10:25

Foto: Imagem ilustrativa gerada por inteligência artificial, com base em vídeo de câmera de segurança divulgado nas redes sociais.
Imagens de uma câmera de segurança que circulam nas redes sociais mostram uma professora relacionando Flávio Bolsonaro (PL) e o ex-presidente Jair Bolsonaro a regimes autoritários durante uma aula sobre nazismo e fascismo. Na gravação, a educadora menciona os ditadores Adolf Hitler e Benito Mussolini e faz alertas sobre o que considera possíveis consequências políticas de uma vitória de Flávio Bolsonaro na eleição presidencial.
Durante a explicação, a professora afirma que o Brasil poderia enfrentar um regime fascista e apresenta aos estudantes situações hipotéticas envolvendo perseguições raciais, mortes e escravidão. As declarações provocam perguntas dos alunos, que procuram entender como seriam afetados pelo cenário descrito.
ASSISTA AO VÍDEO:
Vídeo: Reprodução/Imagens de câmera de segurança
Professora menciona Hitler e Mussolini durante explicação
Na gravação, a educadora aparece diante dos estudantes enquanto aborda acontecimentos históricos relacionados ao nazismo e ao fascismo.
Ao longo da discussão, ela estabelece uma relação entre os regimes autoritários do passado e o atual cenário político brasileiro, citando Flávio Bolsonaro e seu pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro.
A professora também menciona a possibilidade de o Brasil enfrentar situações semelhantes às vividas por populações perseguidas durante regimes autoritários.
Em determinado momento, ela afirma que poucas pessoas presentes na sala sobreviveriam a um cenário como aquele que descreve, provocando questionamentos entre os estudantes.
Declarações sobre perseguição racial chamam atenção
Outro trecho da gravação mostra a professora fazendo afirmações sobre possíveis perseguições em razão da cor da pele.
Durante a conversa, a educadora chega a dizer a uma estudante parda que ela poderia morrer no cenário hipotético apresentado. Outros alunos questionam o que aconteceria com eles, e a professora passa a mencionar escravidão e senzalas.
As falas ocorrem durante a explicação sobre regimes autoritários, mas ganham dimensão política quando a educadora relaciona o conteúdo histórico à família Bolsonaro.
É importante destacar que as declarações representam a interpretação política da professora. A gravação não apresenta elementos que comprovem que Flávio Bolsonaro defenda a implantação de um regime nazista ou fascista, tampouco as práticas de perseguição racial mencionadas.
Episódio levanta debate sobre pluralidade de ideias nas escolas
A repercussão de declarações políticas em ambientes escolares traz à discussão os limites entre o ensino de acontecimentos históricos, a liberdade de expressão dos educadores e o respeito à diversidade de opiniões dos estudantes.
A Constituição Federal, em seu artigo 206, estabelece a liberdade de aprender e ensinar, além do pluralismo de ideias e de concepções pedagógicas, como princípios fundamentais da educação brasileira.
A Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional também prevê o respeito à liberdade e à tolerância no ambiente educacional.
Embora debates políticos possam integrar atividades pedagógicas, a eventual ocorrência de constrangimentos ou imposição de posicionamentos partidários deve ser analisada considerando o contexto e as circunstâncias de cada situação.
Escola e data da gravação ainda não foram identificadas
Até o momento, não foi possível confirmar a localização da instituição de ensino, a identidade da professora ou a data em que as imagens foram registradas.
Também não há informações suficientes para determinar se o vídeo divulgado apresenta a explicação completa ou apenas parte da aula.
O Política Bahia mantém espaço aberto para esclarecimentos da instituição de ensino, da professora e dos demais envolvidos no episódio.
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