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China quer se unir à Rússia para reduzir tensões no Oriente Médio

China quer se unir à Rússia para reduzir tensões no Oriente Médio

Por Redação

06/04/2026 às 06:10

Imagem de China quer se unir à Rússia para reduzir tensões no Oriente Médio

Foto: Reprodução / Divulgação

A China manifestou interesse em intensificar a cooperação com a Rússia para tentar reduzir as tensões no Oriente Médio, em meio à escalada recente de conflitos na região.

A declaração foi feita pelo ministro das Relações Exteriores chinês, Wang Yi, durante uma conversa telefônica com o chanceler russo, Sergei Lavrov, neste domingo (5). Segundo ele, os dois países devem atuar juntos, especialmente no Conselho de Segurança da ONU, para buscar soluções diplomáticas e conter a crise.

Defesa de cessar-fogo imediato

Durante o diálogo, Wang Yi destacou que a principal forma de resolver os conflitos — especialmente no estratégico Estreito de Ormuz — é alcançar um cessar-fogo o mais rápido possível.

A China também reiterou sua posição histórica de que disputas internacionais devem ser resolvidas por meio do diálogo e da negociação, evitando a escalada militar.

Atuação conjunta na ONU

Como membros permanentes do Conselho de Segurança das Nações Unidas, China e Rússia defendem uma atuação conjunta com postura “objetiva e equilibrada”, buscando maior apoio da comunidade internacional para medidas que reduzam a tensão na região.

A conversa entre os chanceleres ocorre às vésperas de uma votação no Conselho de Segurança sobre uma proposta relacionada à proteção da navegação comercial no Golfo Pérsico — área diretamente afetada pelos conflitos.

Preocupação com escalada do conflito

Autoridades russas também demonstraram preocupação com o agravamento da situação no Oriente Médio e defenderam o fim imediato das ações militares, além da retomada de negociações diplomáticas.

A crise atual tem impacto direto em rotas estratégicas globais, como o Estreito de Ormuz, responsável por grande parte do transporte mundial de petróleo e gás, o que aumenta a preocupação internacional com possíveis consequências econômicas e energéticas.

Contexto internacional

O movimento diplomático acontece em um cenário de forte instabilidade na região, marcado por confrontos envolvendo potências globais e o Irã. A escalada recente já afetou o tráfego marítimo e elevou o risco de um conflito de maiores proporções.

Diante disso, China e Rússia têm reforçado a defesa de soluções políticas e multilaterais, tentando evitar um agravamento ainda maior da crise no Oriente Médio.

 

Fonte: Agência Brasil

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