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Chega a 555 mortos nos ataques de EUA e Israel, diz mídia iraniana

Chega a 555 mortos nos ataques de EUA e Israel, diz mídia iraniana

Por Redação

02/03/2026 às 09:05

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Foto: Amir Kholousi/AP

Segundo informações divulgadas por agências internacionais de notícias, a ofensiva militar desencadeada pelos Estados Unidos e por Israel contra o Irã desde o último sábado (28) resultou em centenas de mortos e feridos, incluindo civis e militares, e desencadeou uma série de retaliações no Oriente Médio. As autoridades iranianas relataram que pelo menos 201 pessoas foram mortas e cerca de 747 ficaram feridas no território iraniano em decorrência dos ataques coordenados por Washington e Tel Aviv contra alvos em várias províncias do país.

Entre os alvos atingidos estavam instalações militares e centros de comando estratégico, além de áreas urbanas, e em um episódio particularmente trágico um ataque atingiu uma escola primária em Minab (sul do Irã), onde dezenas de estudantes foram mortos e muitos ficaram feridos, de acordo com autoridades locais.

A ofensiva também deixou vítimas entre as forças dos próprios Estados Unidos, com o Pentágono confirmando a morte de três militares norte-americanos e cinco outros gravemente feridos durante as operações na região.

O impacto dos ataques ultrapassou as fronteiras do Irã: retaliações iranianas com mísseis e drones atingiram territórios de Israel e vários países do Golfo, gerando mortes e ferimentos em civis e forças locais em diferentes nações, segundo informações coletadas por agências de notícias internacionais.

O contexto dessa escalada de violência inclui a morte do líder supremo do Irã, Ayatollah Ali Khamenei, que foi confirmado como sendo uma das figuras iranianas atingidas pelos ataques coordenados. A ação foi descrita por líderes internacionais como uma das mais significativas incursões militares na região em décadas, aumentando dramaticamente as tensões geopolíticas.

Analistas alertam que o conflito pode continuar se intensificando, com potenciais impactos na segurança global, preços de energia e diplomacia internacional, enquanto líderes e organizações globais pedem soluções pacíficas para evitar uma escalada ainda maior da crise.

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