10 de Agosto de 2022

Após matéria denunciar descaso com Segurança Pública, Capitão Alden enfatiza desdenho do Governo do Estado com o tema

Citado em uma matéria do jornal Correio*, que trata sobre o estado lamentável que a Segurança Pública da Bahia se encontra, principalmente a forma com que os agentes são colocados para atuar em proteção da sociedade, o deputado estadual Capitão Alden (PL) voltou a criticar o que chamou de “falta de importância” que o Governo do Estado dá ao tema. 

O parlamentar, que é vice-presidente da Comissão de Direitos Humanos e Segurança Pública da Assembleia Legislativa da Bahia (Alba), destaca que o número de assassinatos no estado, que é um dos maiores do Brasil, é um reflexo da atuação do governador Rui Costa. 

“No relatório anual da própria Secretaria de Segurança Pública, em 2021, foram 5,3 mil assassinatos na Bahia. Se nós computarmos desde o início da gestão do PT no estado, a partir de 2006, você tem aí algo próximo a 75 mil pessoas mortas. São números muito superiores à média nacional. Em nenhum país do mundo se vê tantas mortes relacionadas à violência como no nosso estado. A situação é muito grave, e isso só comprova que o governo do PT não valoriza a Segurança Pública”, declarou o deputado. 

De acordo com a matéria, inclusive, o Boletim Geral Reservado (BGR) da Polícia Militar do dia 30 de agosto de 2021, aponta que a tropa é 60,6% menor do que a necessária. São 28.649 policiais. Ou seja, um PM para cada 523 habitantes. Para atingir o quantitativo apontado pela lei estadual 14.186, de janeiro de 2020, que estabelece o efetivo de 47.240 PMs, o governo teria de contratar mais da metade da tropa atual. O mesmo acontece na Polícia Civil, que tem hoje um quadro de 5.500 profissionais entre delegados, agentes, investigadores e escrivães, onde o necessário deveria ser de 11.052. 

Com o intuito de direcionar mais recursos, bem como melhoria para a Segurança Pública da Bahia, Alden apresentou na Alba um Projeto de Indicação, protocolado sob o número 24.604/2020, que determina a obrigatoriedade de destinação de 5% (cinco por cento) do valor das emendas parlamentares para segurança pública.

“Nós, deputados que entendemos do assunto, buscamos ajudar, mas o governador não ouve ninguém Este projeto não foi para a discussão na Casa e não tem nem previsão para tal. Tanto Rui Costa quanto o atual secretário da pasta brincam de fazer segurança pública”, completou.


Foto: Divulgação

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