11 de Agosto de 2022

BAIANA NO AR REPERCUTE POSSÍVEIS LIGAÇÕES NO CASO DAS MALAS DE GEDDEL

 O apresentador André Spínola, durante editorial do Baiana no Ar, programa veiculado na Ràdio Baiana FM (89,3) apresentou e questionou possíveis coincidências surgidas com o caso das malas encontradas no apartamento ligado ao ex-ministro Geddel Vieira Lima. Uma delas é a do nome do edifício José da Silva Azi, onde se localiza o imóvel. José da Silva Azi, conhecido como Zequinha, morreu aos 94 anos de idade no dia 09 de novembro de 2014, foi prefeito de Alagoinhas e é tio do deputado federal Paulo Azi (DEM). O prédio foi construído pela Silveira Empreendimentos que pertencia ao empresário Silvio Silveira, dono também do imóvel.

 

O apresentador André Spínola, durante editorial do Baiana no Ar, programa veiculado na Ràdio Baiana FM (89,3) apresentou e questionou possíveis coincidências surgidas com o caso das malas encontradas no apartamento ligado ao ex-ministro Geddel Vieira Lima. Uma delas é a do nome do edifício José da Silva Azi, onde se localiza o imóvel. José da Silva Azi, conhecido como Zequinha, morreu aos 94 anos de idade no dia 09 de novembro de 2014, foi prefeito de Alagoinhas e era Irmão do então deputado federal Jairo Azi, falecido no ano de 2000 e  tio do atual deputado federal Paulo Azi (DEM). O prédio foi construído pela Silveira Empreendimentos que pertencia ao empresário Silvio Silveira, dono também do imóvel.


A segunda coincidências é o fato de Silveira ter sido processado no caso de desvio de dinheiro da Empresa Baiana de Alimentos (Ebal). O ex-dono da Silveira Empreendimentos teria sido processado depois de ser apontado como contratado ilegalmente pelo mercado, na gestão do ex-diretor Omar Britto. A irregularidade teria sido cometida entre 2002 e 2006, causando prejuízo de mais de R$ 620 milhões à empresa e quase levá-la à falência. Na ocasião foram denunciados também representantes da Organização de Auxílio Fraterno (OAF), Comasa Construções, Livraria Cultura, Comtech Informática, SLA Propaganda e Rede Interamericana de Comunicação. 


Contagem continua


Já passou dos R$ 51 milhões o valor parcial do dinheiro apreendido pela Polícia Federal em malas e caixas encontradas no apartamento localizado em Salvador que, segundo a PF, Geddel Vieira Lima usava para esconder propina.  


A PF formou, além de uma equipe de policiais, máquinas para contar o valor das cédulas encontradas em caixas e malas. Ainda não há resultado, mas os policiais acreditam que seja a maior apreensão da história da PF.
A operação deflagrada nesta terça foi batizada de Tesouro Perdido e autorizada pela 10ª Vara Federal de Brasília. A Polícia Federal disse ainda que a descoberta só foi feita após as últimas fases da Operação Cui Bono, onde foram encontradas pistas de que o local seria utilizado para o armazenamento de dinheiro. 


Deputado não opina sobre apreensão


Convidado desta terça (05) do programa Baiana no Ar, o deputado federal Antônio Brito (PSD) preferiu não comentar o caso e disse acreditar na apuração feita pela Polícia Federal, que deve concluir em breve toda a situação. O deputado falou ainda sobre os projetos na câmara e sobre a provável votação da reforma política, que deve ser feita ainda esta semana, apesar das dificuldades.

 

 

Matéria: Rodrigo  Tardio 

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