17 de Dezembro de 2018

Manifestantes se unem para limpar prédio de Cármen Lúcia que foi atacado

Manifestantes se unem para limpar prédio de Cármen Lúcia que foi atacado

 

Um movimento de apoio à Cármen Lúcia, presidente do STF (Supremo Tribunal Federal), reuniu dezenas de pessoas na manhã deste sábado (7) para limpar a frente do prédio onde a ministra tem um apartamento em Belo Horizonte.

Organizado pelo MBL e pelo Partido Novo, mas também com a presença de voluntários e moradores, o ato promoveu ainda a entrega de flores à ministra.

Em frente ao prédio no bairro Santo Agostinho, região nobre da capital mineira, foram colocadas faixas, flores, balões e uma bandeira do Brasil. O ato mobilizou senhoras com seus cachorros, crianças e motoristas que passavam buzinando em apoio.

Na calçada, manifestantes usavam equipamentos de hidrojateamento para limpar a tinta vermelha.

Parte dos equipamentos foi emprestada por uma empresa de limpeza profissional contratada pelo subsíndico do condomínio. Não está claro se os custos serão pagos pela ministra ou divididos entre os moradores.

Raquel Riedel, gerente da empresa, explicou que o trabalho profissional só deve começar mesmo na segunda-feira (9), pois a aglomeração de pessoas não permite a limpeza da fachada neste momento. Será feita uma espécie de rapel que pode durar dias, segundo ela. A tinta foi avaliada como de difícil remoção.

Na tarde desta sexta (6), militantes do MST e do Levante Popular da Juventude fizeram um "escracho" no local, lançando balões de tinta vermelha na fachada do edifício e pichando a calçada.

O subsíndico, Luiz Assis, relatou que os moradores ficaram tensos no momento do escracho e temeram uma invasão. Ele chamou a polícia.

"Foi um ataque de vândalos relâmpago, inclusive com batucada, teve até Carnaval. A polícia estava presente e não prendeu ninguém", diz.

Assis afirmou ainda que a ministra mostrou preocupação com a segurança dos moradores. "Não cabe isso em qualquer ideologia. Existem outras sete famílias que moram aqui", completou.

A administradora de empresas Clarissa Vaz, 50, ficou sabendo do movimento e trouxe flores amarelas que, segundo ela, representam fortuna. "É pela coragem dela junto ao Supremo. As flores são gentileza, beleza, renovação, que é o que o país precisa."

 

Fonte: Bocão News

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