21 de Junho de 2018

Com pontuação máxima, Tifanny encara ranking sem reclamar: "É justo"

 

 

 

Tifanny recebeu a notícia com tranquilidade. Ao saber que estará no ranking de atletas da Superliga com a pontuação máxima (sete pontos), a jogadora não se surpreendeu. Destaque do Bauru na temporada, ela tem a maior média de pontos por set da competição. Por isso, não viu problemas.

Tifanny recebeu a notícia com tranquilidade. Ao saber que estará no ranking de atletas da Superliga com a pontuação máxima (sete pontos), a jogadora não se surpreendeu. Destaque do Bauru na temporada, ela tem a maior média de pontos por set da competição. Por isso, não viu problemas.

- Já esperava. Por isso, não fiquei triste ou chateada. Se outras jogadoras fortes também estão no ranking com sete pontos, é justo eu também estar. Não sou a única com sete pontos. Então, seguimos as regras – afirmou.


Há algumas temporadas, o ranking gera reclamações das jogadoras. Elas acreditam que a medida diminui ainda mais as possibilidades em um mercado já limitado. Tifanny, porém, não vê muitos problemas na manutenção do ranking.

- A pontuação é uma forma de manter o equilíbrio das equipes. Seguimos as regras do COI, da FIVB e da CBV. Isso é importante. Com todas as atletas, novos contratos vão depender da boa atuação em quadra. Não apenas do ranking – disse.

O fim do ranking era uma possibilidade para a temporada 2018/19, já que os clubes da Superliga Masculina votaram pelo fim do sistema na semana passada - a votação masculina ainda precisa ser confirmada após o fim da fase classificatória da atual competição, em reunião no dia 20 de março. No entanto, o ranking foi mantido no molde atual, apenas com limite de jogadoras de pontuação máxima por equipe, além do limite de duas estrangeiras por time.

 

Sheilla está em um período sabático desde o fim de 2016, mas tem planos de voltar ao vôlei nacional. Ela foi uma das jogadoras a entrar na Justiça contra o ranking no ano passado, pois o sistema limita as opções de mercado das jogadoras de pontuação máxima. A oposta desta vez participou da reunião em São Paulo como convidada.

Tiveram direito a voto Praia Clube, Sesc/RJ, Minas, Osasco, Barueri, Fluminense, Pinheiros, Bauru, São Caetano e Brasília, além do campeão olímpico André Heller, presidente da Comissão de Atletas. A CBV atuou como mediadora, com o superintendente de Competições de Quadra, Renato D´Ávila, e a gerente da mesma unidade, Cilda D´Angelis.

 

 

Fonte: G1

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